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Presidente e vices da CIC de Garibaldi avaliam o ano e projetam 2016

18/12/2015 Imprensa CIC de Garibaldi

 

     As turbulências políticas e econômicas têm gerado muitas dúvidas em relação a 2016 para o setor produtivo. Diante deste cenário de incertezas a presidente da CIC, Alexandra Nicolini Brufatto, e os vice-presidentes setoriais da entidade, Rogério Bortolini (Geral), Paula Simonaggio (Indústria), Carlos Bianchi (Serviços) e Giliano Verzeletti (Comércio) avaliaram 2015 e falaram sobre suas perspectivas para o próximo ano.

     "Precisamos acreditar que o próximo ano será melhor. Certamente haverá muitas dificuldades e muitos poderão sentir os efeitos dos desacertos governamentais. Mas, como viemos afirmando e alertando durante todo o ano de 2015, a prioridade deveria estar focada na organização, controle e planejamento das organizações para que a linha de crescimento fosse mantida de maneira harmônica. Como não podemos influenciar, de forma direta, a reversão do cenário político atual, é fundamental estar atento para as oportunidades que momentos como estes sempre propiciam", diz Alexandra.

     Bortolini salienta que a escassez de investimentos, a alta carga tributária e a falta de perspectiva futura, tendo em vista o cenário político e econômico do Brasil estão entre os principais desafios. "Creio que teremos mais um ano de dificuldades, porém com mudanças internas e foco em ações concretas do planejamento", complementa.

     Para Bianchi, em 2015 os empreendedores tiveram de colocar em prática ensinamentos e táticas de como sobreviver em épocas de dificuldades, principalmente para a permanência em um mundo e mercado tão competitivos e arrojados. "Tenho a perspectiva de um ano menos turbulento e de adequações, já que o impacto do atual cenário ter sido absorvido e ter menor efeito moral sobre as pessoas".

     A vice-presidente da Indústria enfatiza que os efeitos deste ano terão reflexos a médio e longo prazo. "Espero que estes reflexos culturais sejam positivos, como uma forma de repensar valores. Com a repercussão da comunicação de massa, hoje possível pelas mídias sociais, a sociedade poderá cobrar mais coerência e responsabilidade das autoridades políticas. Poderemos criar a consciência, como cidadãos, de que mudanças profundas só acontecerão com a participação efetiva da maioria, através do resgate da ética em todos os âmbitos", comenta Paula.

     Vice-presidente de Comércio e presidente da CDL, Giliano acredita que o aumento dos custos operacionais tem se mostrado um desafio importante e esta tendência deve se estender em 2016. "A diminuição do poder de compra tende a dificultar um melhor resultado das empresas. E, certamente, o aumento da carga tributária representa um importante desafio para todos empreendedores. A revisão dos processos gerenciais internos será necessária, a fim de adequar-se à novas circunstâncias do mercado", avaliou.

 

 

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