Política




Ex-prefeito de Bento é convidado para integrar o Ministério da Cidadania

Alcindo Gabrielli foi convidado pelo ministro Osmar Terra para ser o diretor da Secretaria de Economia Solidária
08/03/2019 Notícias de Bento - Foto: divulgação

     Bento Gonçalves pode ter um político da cidade atuando em um dos ministérios do presidente Jair Bolsonaro nos próximos dias. O ex-prefeito Alcindo Gabrielli foi convidado para ocupar um cargo no Ministério da Cidadania. A definição deve acontecer até o final deste mês.      De acordo com Gabrielli, o convite partiu diretamente do ministro Osmar Terra, que é seu companheiro de partido, o MDB.  O ex-prefeito foi convidado a assumir o cargo de diretor de Economia Solidária, na Secretaria de Economia Solidária.  Ele afirma que está analisando o convite e que ficou muito lisonjeado com a lembrança. Porém, a decisão de aceitar ou não passa pela organização de seus compromissos profissionais em Bento Gonçalves, além de uma conversa com a família.

     Gabrielli acredita que a participação no governo Bolsonaro poderia lhe auxiliar politicamente, ficando mais próximo das decisões políticas em Brasília e conhecendo um pouco melhor os trâmites para a captação de recursos para a cidade. "Seria uma experiência única e diferente de tudo o que exerci no meio político. Posso ajudar de alguma forma ao município nos projetos que serão apresentados ao Governo Federal", destaca o ex-prefeito. Alcindo é advogado e também presidente do diretório municipal do MDB. Caso aceite o convite para assumir o cargo no governo Bolsonaro, o vereador Idasir dos Santos deve ser o novo presidente do partido.

Nomeação pode fortalecer candidatura a prefeito

     Alcindo Gabrielli evita falar sobre o assunto candidatura a prefeito de Bento Gonçalves. Mesmo sendo considerado um dos principais candidatos em um enfrentamento com o secretário de Esportes, Habitação e Assistência Social, Eduardo Viríssimo, hoje nome mais forte a ser candidato pelo PP, o ex-prefeito garante que só irá concorrer se isso for consenso entre seus familiares. Ele entende que uma atuação durante um ano em Brasília pode fortalecer sua candidatura, porém, não garante participação no pleito eleitoral em 2020 na cidade. "Do ano passado pra cá vi que preciso me dedicar mais à família. Hoje posso dizer que a política não é uma prioridade na minha vida. Vamos conversar muito sobre isso e, se eles me apoiarem, aí poderei colocar meu nome à disposição do partido", declarou.  



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