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Partidos já articulam a eleição de 2020

Em Garibaldi e Carlos Barbosa, grupos políticos já buscam aliados para compor chapa majoritária. Siglas pequenas correm risco de desaparecer
08/03/2019 Portal Adesso

     Faltando cerca de um ano e meio para as eleições municipais, os partidos políticos já fazem reuniões e iniciam conversas de aproximação com as mais diversas siglas em busca de apoio e candidatos para disputar o pleito. 

     Em Garibaldi, a discussão está em torno dos candidatos a eleição majoritária, isto é, dos candidatos a prefeito e vice-prefeito. Nos bastidores, cogita-se a possibilidade de a cidade ter até cinco candidatos a prefeito. Até agora, os nomes ventilados são do vice-prefeito Antônio Fachineli (MDB), Alex Carniel (PP), Leandro Delazeri (PSL) e mais dois candidatos, sendo um do Partido Novo e outro do PT.

     Já em Carlos Barbosa, até o momento, três nomes surgem nas rodas de conversas políticas. O atual prefeito Evandro Zibetti (MDB) que deverá disputar a reeleição, o do vereador Everson Kirch (PP), e do empresário e ex-presidente da ACI Fabiano Ferrari, que ainda não está filiado a nenhum partido. Além destes, fala-se em um candidato do Partido Novo. 

     O ex-prefeito Fernando Xavier da Silva (PDT) e do ex-vereador Todson Andrade (PCdoB) também são cogitados, mas tudo isso dependerá de articulações, uma vez que o PDT de Xavier e o MDB de Zibetti estão coligados no atual governo e não há sinais de ruptura. 

Siglas pequenas deverão ficar sem representação na Câmara

     Com o fim das coligações para as eleições proporcionais, os partidos precisam ter uma boa nominata de candidatos e fazer muitos votos para eleger apenas um representante. O coeficiente eleitoral que em Garibaldi é de cerca de 2.800 votos, vai reduzir as chances dos partidos pequenos, que geralmente são usados apenas como moeda de troca por cargos na prefeitura. 

    A conta é simples, toda a nominata de candidatos terá que fazer aproximadamente 2.800 votos para ter uma vaga na Câmara de Vereadores. O mais votado é o que fica com a vaga. Geralmente apenas os partidos grandes conseguem atingir este coeficiente, no caso de Garibaldi MDB e PP. 

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