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Quem são os novos Conselheiros Tutelares de Carlos Barbosa e Garibaldi

Eleição com voto facultativo ocorreu neste domingo (06) em todo o país e teve muito pouca participação das comunidades
07/10/2019 Portal Adesso

     Em Carlos Barbosa, a votação ocorreu na Escola Estadual Carlos Barbosa, onde os eleitores puderam votar até as 17h. O voto não era obrigatório e por isso, grande parte da comunidade não participou do pleito. 

Os cinco eleitos, por ordem de acordo com o número de votos foram:

1° Deise Zwirtes - 218 votos, 2° Andreia Facchini - 123 votos, 3° Maitê Miranda Steffani - 115 votos, 4° Cristiane Hammes Helfenstein - 101 votos e 5° Sandra Seleri - 100 votos. Suplentes: 6° Sandra Audibert - 73 votos, 7° Tais dos Santos Rodrigues - 67 votos, 8° Miriam Baldasso Cini - 57 votos, 9° Ana Paula Estevão Machado - 52 votos, 10° Pietro Olívio Misturini Sganderla - 50 votos, 11° Francine Oliveira - 43 votos.

     Já em Garibaldi, a urna foi instalada na Prefeitura Municipal. Assim como na maioria das cidades os eleitores não compareceram às urnas e poucas pessoas da comunidade deram atenção para a escolha dos conselheiros. 

     Conforme o Tribunal Superior Eleitoral – TSE, Garibaldi possui 24.240 eleitores, porém, apenas 1.852 participaram da votação. Contabilizando os familiares, amigos e os próprios 16 candidatos que participaram, percebemos que o comparecimento a votação foi muito pequeno.

     Os representantes eleitos no conselho de Garibaldi foram: Flávia Bianchi – 314 votos, Ricardo Camilo Gonçalves 223 votos, Valmor Conte 175 votos, Elaine Engel Nunes Postingher 158 votos, e Márcia Monegat 152 votos. Como suplentes: Pauline Crescêncio Rodrigues 145 votos, Ivani Debiasi 143 votos, Ivanir Lazzari 116 votos, Maria Citule Lopes 89 votos, e Gerusa Ceratti 83 votos.

     A posse de todos os colhereiros será em janeiro de 2019 e o mandato é de três anos. 


Qual é a função do Conselheiro Tutelar

A principal função do Conselho tutelar é a proteção e garantia dos direitos dos menores segundo o seu Estatuto. O papel do Conselho Tutelar começa a agir sempre que os direitos de crianças e adolescentes forem ameaçados ou violados pela sociedade, Estado, pais, responsável, ou em razão de sua própria conduta.


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