Política


Como PORTAL ADESSO antecipou, “não deu em nada” relatório contra Alef Assolini

Coletiva de Imprensa feita às pressas, anunciou o que todos já sabiam com relação ao resultado do relatório da comissão
15/12/2020 Portal Adesso - Foto: divulgação/Câmara de Carlos Barbosa

     Já que a Câmara Municipal de Vereadores de Carlos Barbosa não possui assessoria de imprensa e nem jornalista para fazer qualquer tipo de divulgação, foi de maneira atrapalhada funcionários convidaram órgãos de imprensa para uma entrevista coletiva duas horas antes da mesma ocorrer, motivo, pelo qual muitos não participaram.

     No encontro, foi apresentado o resultado do Processo Administrativo Disciplinar n.º 01/2020, que apurava quebra de decoro parlamentar do vereador Alef Assolini (MDB). Apresentando o resultado estavam os membros da Comissão, vereadores Everson Kirch e Mateus Chies Guerra (PP) e Enio Grolli (PDT). Além de uma advogada e da presidente da casa.

     Segundo a Representação, o vereador Alef “faltou com o dever de preservar a reputação dos vereadores (art. 16, inciso XVII – Código de Ética), bem como atentou contra o decoro parlamentar vez que praticou ato que infringe as regras de boa conduta nas dependências da Câmara (art. 18, inciso II – Código de Ética) e incitou a população contra os integrantes do Poder Legislativo (art. 18, inciso II – Código de Ética).” O relator da Comissão, Mateus Chies Guerra, mencionando o conteúdo e todas as etapas do processo, enfatizando que todos os prazos estabelecidos pelo Código de Ética foram respeitados. Para ele, existem fortes indícios do envolvimento do vereador Alef na criação, confecção e distribuição dos panfletos. Assim sendo, os membros da Comissão votaram pela procedência da Representação por Conduta Atentatória ou Incompatível com o Decoro Parlamentar e pediram que a Mesa Diretora formalize a denúncia e encaminhe ao Plenário, sugerindo como penalidade a perda do mandato, considerando ter agido de modo incompatível com a dignidade da Câmara, na forma do art. 46, da Lei Orgânica Municipal.

     No entanto, com ontem foi a última sessão ordinária, o relator explicou que não teria tempo hábil para a apreciação do relatório, pois deveria acontecer na segunda sessão ordinária após o seu recebimento, sendo assim, já que o vereador não se reelegeu o processo perderia o seu objeto de cassação de mandato.

     Como o PORTAL ADESSO já havia publicado na outra reportagem: Os vereadores de Carlos Barbosa perderam tempo e dinheiro realizando este relatório que não levou a lugar algum. 

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